Inovações colaborativas: L’Oréal Brasil desenvolve parcerias de estudos com Universidades e Institutos de pesquisa no país
Pesquisa & Inovação

Tecnologias patenteadas já foram geradas a partir de pesquisas desenvolvidas em colaboração com cientistas brasileiros.

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A Pesquisa e Inovação da L’Oréal Brasil tem realizado parcerias científicas com as principais Universidades e Institutos de pesquisa em todas as regiões do Brasil, desenvolvendo estudos colaborativos que geram novos insights para o negócio da companhia. A área de Open Research (Innovation) fica no Centro de Pesquisa & Inovação e tem sido uma fonte de conhecimento e ideias inovadoras, com aplicação no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias - nas áreas de Farmacologia, Biologia Molecular e Farmacognosia, para a descoberta de novos ingredientes ativos – e focado em encontrar soluções para os consumidores. Muitas vezes, as colaborações em pesquisa geram novas tecnologias que são patenteadas pela L’Oréal Brasil Pesquisa e Inovação, que vão desde Nanotecnologia aplicada à formulação de produtos capilares até a descoberta de novos ingredientes ativos para pele e a utilização de células-tronco humanas reprogramadas em modelos de avaliação in vitro. Além do foco em Inovação Sustentável, o modelo de Inovação Aberta permite o intercâmbio de conhecimento e cientistas brasileiros e a L’Oréal globalmente.

“As colaborações de pesquisa representam a possibilidade de, cada vez mais, usar tecnologia de ponta para responder perguntas importantes que nos permitirão atender às necessidades de nossos consumidores, alinhadas com as prioridades locais e globais da L’Oréal. Trabalhamos continuamente focados em transformar todo esse conhecimento científico em novas tecnologias aplicadas”, ressaltou Rodrigo De Vecchi, Gerente de Open Innovation do Centro de Pesquisa e Inovação da L’Oréal Brasil. No Brasil, a área tem um extenso network científico com pesquisadores de diferentes áreas, nas principais Universidades do Brasil, como a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de São Paulo (USP), além de institutos como Fiocruz e Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino.

 


Conhecimento aplicado no negócio da L’Oréal Brasil


As pesquisas desenvolvidas pelo Open Innovation atendem a diversas áreas, mas estudos sobre cuidados com os cabelos e pele – sejam relacionados ao Microbioma cutâneo ou a proteção solar – estão mais alinhados com as prioridades locais. Em uma das colaborações com a UNICAMP, os cientistas desenvolveram uma nova descoberta utilizando a Nanotecnologia, o que gerou uma inovação disruptiva que pode se tornar um tratamento capilar inovador. “Estudamos essa nova composição cosmética para que possa ser aplicada em cabelos. A tecnologia foi patenteada para que os laboratórios possam desenvolver, junto com o Marketing, um novo produto capilar focado nas necessidades das consumidoras”, declarou Rodrigo.

Já em termos de novos ingredientes ativos, as novas moléculas são patenteada para serem utilizadas em novas formulações e tratamentos no futuro. Segundo Rodrigo, esse processo pode durar cerca cinco anos, em média. A interação constante entre os Consumidores (= Market Pull) e a Ciência (= Technology Push) através da área de Open Innovation permite à L'Oréal elaborar produtos mais inovadores e disruptivos.

 


Intercâmbio de cientistas: estudos do Brasil levados para fora


As inovações desenvolvidas no Centro de Pesquisa & Inovação do Brasil também inspiram pesquisadores estrangeiros. Para Rodrigo, uma das vantagens do Open Innovation é a possibilidade do intercâmbio de conhecimento com cientistas da L’Oréal em todo o mundo.  “Temos muita interação com pesquisadores nos Estados Unidos, Canadá, Ásia e Europa, principalmente França. Já tivemos Professores brasileiros que enviaram alunos de Doutorado ou Pós-Doc para trabalhar em projetos de pesquisas na L’Oréal França ou Estados Unidos. Também já aconteceu de trazermos cientistas de fora para aprender uma metodologia específica desenvolvida aqui no Brasil”, explicou. A expertise, muitas vezes, é de nível global e ocorre em todas as áreas de pesquisa: Biotecnologia, Bioengenharia de Tecidos e Métodos Alternativos, Biologia Celular e Molecular, Química, Física, entre outras.