Nossa avaliação de segurança sem testes em animais

A L'Oréal tem promovido métodos alternativos há mais de 30 anos.

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A saúde e a segurança dos nossos consumidores sempre foram uma prioridade absoluta para a L’Oréal. Assim como o apoio ao bem-estar animal.

A L’Oréal desenvolveu um procedimento muito rigoroso de avaliação de segurança de seus produtos, apoiado pela pesquisa. Muito antes da questão dos testes em animais ser levantada pela sociedade civil ou no âmbito de um quadro regulamentar, a L’Oréal se comprometeu a novos métodos de avaliação de segurança que não envolvem animais. Uma verdadeira pioneira, a L'Oréal tem reconstruído modelos de pele humana em laboratórios para elaborar testes de segurança desde 1979, como uma alternativa aos animais. Em 1989, a L’Oréal parou completamente de testar os seus produtos em animais, 14 anos antes que esta prática fosse uma exigência. Hoje, a L'Oréal parou completamente de testar ingredientes em animais e não tolera mais qualquer exceção a esta regra.

Para contribuir e tornar os métodos alternativos uma realidade no Brasil e para confirmar nosso compromisso de longo prazo com o país, a L’Oréal acolheu no seu centro de pesquisa e inovação no Rio de janeiro a subsidiária brasileira da EPISKIN, líder mundial em pele reconstruída*, para disponibilizar ao mercado o modelo de pele humana reconstruído para avaliar a segurança e a eficácia de novos ingredientes e produtos.

O modelo de pele reconstruída internacionalmente validado feito pela EPISKIN, cuja implementação no Brasil começou em 2016, em colaboração com o Instituto IDOR, está agora disponível para as comunidades científicas brasileiras e da América Latina e para outras empresas interessadas, a fim de estimular o uso de métodos alternativos, internacionalmente validados, no Brasil.

No entanto, certas autoridades sanitárias podem decidir efetuar testes em animais para determinados produtos cosméticos, como é o caso da China. A L'Oréal tem sido a empresa mais ativa que trabalha ao lado das autoridades chinesas e cientistas há mais de 10 anos para ter métodos de testes alternativos reconhecidos e permitir que a regulamentação cosmética evolua para eliminação total e definitiva de testes em animais. Graças a isso, desde 2014, alguns produtos fabricados e vendidos na China como shampoos, sabonetes líquidos para o corpo ou maquiagens não são mais testados em animais.